Sejam todos bem-vindos ao blog das Células da zona sul da Igreja evangélica Bola de Neve. Este é o nosso espaço para divulgação das atividades, comunhões, compromissos e eventos das Células. "Vinde e vede as obras de Deus: tremendos feitos para com os filhos dos homens! Converteu o mar em terra seca; atravessaram o rio a pé; ali, nos alegramos nele" Salmos 66. Células São Luiz, Chácara Santana, Capão Redondo, Capelinha, M' Boi Mirim, Itapecerica da Serra I e Itapecerica da Serra II.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Enfermeira cristã é violentada por médico muçulmano
27/7/2010 - 06h34
PAQUISTÃO (14º) - Uma enfermeira ficou inconsciente após um médico muçulmano tê-la estuprado e jogado do quarto andar do hospital em que trabalhavam.
A enfermeira, ainda estagiária, disse para a imprensa e grupos de direitos humanos que diversos muçulmanos, liderados pelo doutor Abdul Jabbar Meammon, a estupraram e jogaram seu corpo inconsciente do quarto andar do hospital Jinnah Postgraduate Medical Center (JPMC) para impedir que ela revelasse o abuso.
Meammon, que assumiu uma sala na ala feminina do hospital, tem um histórico de abuso contra enfermeiras cristãs, afirma um administrador do hospital. A doutora Seemi Jamali, chefe da Emergência, disse que Meammon foi suspenso do hospital sete vezes por beber no trabalho e outros maus comportamentos, e ele estava bêbado quando agrediu Ashraf.
Médico no IML do hospital, cuidando das autópsias, Meammon ocupava um quarto na ala feminina do dormitório do hospital, conta Jamali. Ela acrescentou que Meammon é uma figura influente, apoiado por um partido político em Karachi.
Magdalene Ashraf, estudante do terceiro ano de enfermagem, ficou inconsciente durante 56 horas, enquanto os cirurgiões batalhavam para salvar sua vida. Ainda em condições críticas, ela deu um depoimento para a polícia no dia 19 de julho. No mesmo dia, ela conversou com um advogado, relatando o estupro e a agressão.
A polícia apenas acusou Meammon e seus cúmplices com tentativa de assassinato. No entanto, um relatório médica confirmou que Ashraf foi estuprada por Meammon e mais cinco homens.
Um dos familiares de Ashraf disse que eles continuam a receber ameaças de Meammon.
Tradução: Missão Portas Abertas
Fonte: Compass Direct
PAQUISTÃO (14º) - Uma enfermeira ficou inconsciente após um médico muçulmano tê-la estuprado e jogado do quarto andar do hospital em que trabalhavam.
A enfermeira, ainda estagiária, disse para a imprensa e grupos de direitos humanos que diversos muçulmanos, liderados pelo doutor Abdul Jabbar Meammon, a estupraram e jogaram seu corpo inconsciente do quarto andar do hospital Jinnah Postgraduate Medical Center (JPMC) para impedir que ela revelasse o abuso.
Meammon, que assumiu uma sala na ala feminina do hospital, tem um histórico de abuso contra enfermeiras cristãs, afirma um administrador do hospital. A doutora Seemi Jamali, chefe da Emergência, disse que Meammon foi suspenso do hospital sete vezes por beber no trabalho e outros maus comportamentos, e ele estava bêbado quando agrediu Ashraf.
Médico no IML do hospital, cuidando das autópsias, Meammon ocupava um quarto na ala feminina do dormitório do hospital, conta Jamali. Ela acrescentou que Meammon é uma figura influente, apoiado por um partido político em Karachi.
Magdalene Ashraf, estudante do terceiro ano de enfermagem, ficou inconsciente durante 56 horas, enquanto os cirurgiões batalhavam para salvar sua vida. Ainda em condições críticas, ela deu um depoimento para a polícia no dia 19 de julho. No mesmo dia, ela conversou com um advogado, relatando o estupro e a agressão.
A polícia apenas acusou Meammon e seus cúmplices com tentativa de assassinato. No entanto, um relatório médica confirmou que Ashraf foi estuprada por Meammon e mais cinco homens.
Um dos familiares de Ashraf disse que eles continuam a receber ameaças de Meammon.
Tradução: Missão Portas Abertas
Fonte: Compass Direct
"Estas seis coisas o SENHOR odeia, e a sétima a sua alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, O coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, A testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos". Provérbios 6:16-19
segunda-feira, 26 de julho de 2010
A importância das coisas pode ser medida pelo tempo que estamos dispostos a investir. Quanto maior o tempo dedicado a alguma coisa, mais você demonstra a importância e o valor que ela tem para você. Se você quiser conhecer as prioridades de uma pessoa, observe a forma como ela utiliza o tempo. É por isso que o maior presente que você pode dar a alguém é o seu tempo. A essência do amor não é o que pensamos, fazemos ou proporcionamos aos outros, mas quanto damos de nós mesmos.
A Igreja Perseguida no Azerbaijão
24ª posição na Classificação de países por perseguição
O Azerbaijão é um pequeno país localizado ao sul da Rússia, ao lado do mar Cáspio. A maioria da população é composta por azeris, porém há pequenos grupos minoritários, como os curdos e os lezguianos. Existem ainda muitos estrangeiros trabalhando no país.
População
Com base no crescimento demográfico atual, é pouco provável que o número de habitantes dobre antes de 2050. Há um equilíbrio entre a população urbana e a rural.
A capital, Baku, é a maior cidade, com quase dois milhões de habitantes, enquanto as outras não têm mais do que 350 mil pessoas.
O vizinho Irã tenta expandir sua influência espiritual sobre o Azerbaijão. Os azeris são como os xiitas iranianos, e estima-se que 25 milhões de iranianos tenham o azeri como sua primeira língua. Muitos grupos fundamentalistas islâmicos operam no país, ainda que ilegalmente. Como o governo azeri está ciente do crescimento dessa influência fundamentalista no país, a partir do Irã, ele acredita que o aumento no número de cristãos nativos pode causar alguma reação indesejável. Por isso, desestimula a conversão ao cristianismo.
Embora oficialmente exista liberdade religiosa, os muçulmanos são a força dominante no poder e têm demonstrado um sentimento anticristão cada vez mais forte depois da guerra contra a Armênia. Uma parcela significativa da população não segue nenhuma religião, fruto da profunda influência soviética.
História e governo
O Azerbaijão esteve por muito tempo sob o domínio de impérios vizinhos, sendo o último a extinta União Soviética, da qual se tornou independente em 1991. Os nacionalistas tomaram o poder em 1992 e o governo tem mantido intensas relações com a Turquia. Por algum tempo, o Azerbaijão manteve um conflito armado com a vizinha Armênia.
O conflito com a Armênia em relação ao enclave de Nagorno-Karabakh ainda não foi resolvido. Essa é uma região habitada por armênios, que passou à jurisdição do Azerbaijão em 1923, devido a uma decisão tomada por Stalin. Embora o Azerbaijão deseje dar alguma autonomia à região, a Armênia afirma que lá é seu território. Esse é um conflito que pode reacender-se.
Mal se aceita oposição política, e qualquer manifesto é firmemente controlado, às vezes até reprimido com violência. O governo se preocupa com o potencial aumento do fundamentalismo islâmico, já que o Cáucaso, região onde o país está instalado, é uma área inquieta.
Economia
A principal indústria é a de refino de petróleo, pois há enormes jazidas do ouro negro no país. O Azerbaijão experimentou um grande crescimento entre 2006 e 2008 patrocinado pela exportação do petróleo.
Mas, embora o país seja rico em petróleo, mais da metade da população vive abaixo da linha nacional de pobreza. Reformas políticas e econômicas prometidas têm demorado a se tornar realidade, devido à corrupção que contagiou todos os níveis de autoridade.
A Igreja
Quando o Azerbaijão tornou-se uma república independente, havia apenas alguns convertidos no país, ligados aos cristãos russos e armênios. Durante e depois do conflito com a Armênia, a maioria dos armênios deixou o país.
A Igreja protestante russa, entretanto, desempenhou um papel na formação da jovem Igreja azeri. No passado, cristãos russos foram enviados pelo czar ao Azerbaijão, como punição. Esses cristãos começaram a pregar e a organizar igrejas lá. Na era soviética, tudo era proibido, mas a Igreja continuou a funcionar, clandestinamente. Com a abertura no começo da década de 1990, a Igreja formada por azeris começou a crescer. Estima-se que, em 1997, havia seis mil convertidos no país; até 2006, o número havia triplicado. A dependência da Igreja russa diminuiu, e a comunidade azeri torna-se rapidamente uma Igreja que sofre oposição das autoridades locais e nacionais, bem como da sociedade. Os cristãos azeris são considerados traidores, e associados da Armênia, inimiga da nação e considerada um país cristão.
Há provavelmente 20 mil cristãos nativos no país, a maioria da Igreja ortodoxa. Esse número cresceu bastante: em 1994 havia apenas 5 mil cristãos. Menos de mil são protestantes, a maioria deles batistas. Tais números são passíveis de mudanças constantes, uma vez que quase todos os cristãos são estrangeiros, especialmente russos e armênios. Convertidos entre a população local somam menos de uma centena.
A perseguição
Embora a Constituição garanta a liberdade de consciência e religião, todas as comunidades religiosas são obrigadas a se registrar. Para a minoria cristã, é quase impossível obter o registro. A maioria das igrejas protestantes opera ilegalmente, sendo restringidas para operar em público e para obter livros cristãos. Isso as torna vulneráveis a perturbações e perseguição.
O avivamento islâmico tem tornado os azeris menos abertos ao cristianismo. No final da década de 90, o governo praticamente iniciou uma operação de guerra contra os convertidos, utilizando tanto uma pressão direta - interrogatórios, perseguição, demissão, restrições quanto à distribuição de materiais cristãos - quanto indireta, ao incitar a população contra os convertidos.
Os protestantes enfrentam inúmeras dificuldades no Azerbaijão, onde a maioria da população azeri é de origem muçulmana. Alguns clérigos e oficiais do governo muçulmanos têm expressado de forma veemente sua desaprovação à liberdade de atuação dos cristãos.
Apesar da fome espiritual e da abertura das pessoas, 90% dos que se interessam pelo evangelho desistem de segui-lo assim que sofrem pressão de seus empregadores e familiares. O custo de perder o emprego ou de ser rejeitado pelos parentes e amidos, parece alto demais para eles.
Os convertidos azeris são intimidados pela sociedade, e quase sempre são alvo dos ataques da mídia. Eles são retratados como criminosos e traidores do país. Os empregadores não se mostram interessados em manter cristãos como seus funcionários.
Problemas com as permissões para religiosos estrangeiros servirem às congregações cristãs parecem ter sido resolvidos. Dois pastores estrangeiros conseguiram vistos para continuar seu trabalho nas igrejas.
Apesar das intermitentes dificuldades acima relatadas, os batistas afirmam que pretendem continuar seu trabalho evangelístico: "Pedimos que orem por nós para que o Senhor nos inspire a pregar sem medo as boas novas de Cristo a todo o momento".
O pastor batista Hamid Shabanov, então com 51 anos, foi detido em sua casa no dia 20 de junho de 2008. Hamid e a família alegam que a polícia plantou a arma que eles "supostamente" teriam encontrado. O pastor foi levado preso pela polícia, para a prisão da cidade de Gyanja.
Durante a prisão, a polícia o questionou por diversas vezes a respeito de suas atividades religiosas, perguntando, por exemplo, quando ele se tornou cristão e por que 50 pessoas amigas dele adotaram o cristianismo.
Várias datas para o julgamento foram marcadas e adiadas; durante esse tempo, o pastor Hamid permaneceu preso. Na primeira audiência realizada de fato, em 5 de novembro, decidiu-se apenas que Hamid ficaria sob prisão domiciliar.
Em 11 de fevereiro de 2009, o pastor foi considerado culpado de porte ilegal de armas. No entanto, o tempo que o pastor passou preso antes de ser condenado foi levado em consideração, fazendo com que a sentença de dois anos de trabalho corretivo fosse reduzida a 27 dias de prisão domiciliar.
Em 2007, o pastor Zaur Balaev, de 44 anos, foi condenado a dois anos de prisão pela corte de Zakatala com base no artigo 315, que pune o uso da violência contra oficiais do Estado no exercício de suas funções.
Por 13 anos o pastor Zaur Balaev tentou obter o registro para manter a igreja legalizada. Dentre os inúmeros exemplos de perseguição sofridos ao longo dos anos, está a recusa de funcionários do governo em conceder certidões de nascimento aos filhos de membros da igreja. Os nomes de batismo deles foram considerados inaceitáveis por funcionários de Zakatala.
O pastor ficou preso na 10ª colônia penitenciária de Baku até o dia 20 de março de 2008, quando foi anistiado por um decreto publicado no site presidencial, em 18 de março.
Motivos de oração
1. Os cristãos têm sofrido em consequência da natureza islâmico-cristã do conflito entre o Azerbaijão e a Armênia. Ore por um progresso nas relações entre cristãos e muçulmanos e por um abrandamento das tensões causadas pelo conflito com a Armênia.
2. Missionários não são bem-vindos no Azerbaijão. Ore para que estrangeiros encontrem meios de servir o país e alcançar o povo por meio de um ministério solidário.
3. A Igreja tem desfrutado de alguma liberdade. Peça que a crescente resistência ao cristianismo seja reduzida e que a Igreja use a liberdade que tem para evangelizar.
4. A Igreja tem sofrido com a pobreza. Ore para que empresários que temam ao Senhor ajudem os cristãos azerbaijanos com novos empreendimentos que se proponham a aliviar o terrível drama da pobreza urbana.
Fontes
- 2008 Report on International Religious Freedom
- Países@
- Portas Abertas Internacional
- The World Factbook
O Azerbaijão é um pequeno país localizado ao sul da Rússia, ao lado do mar Cáspio. A maioria da população é composta por azeris, porém há pequenos grupos minoritários, como os curdos e os lezguianos. Existem ainda muitos estrangeiros trabalhando no país.
População
Com base no crescimento demográfico atual, é pouco provável que o número de habitantes dobre antes de 2050. Há um equilíbrio entre a população urbana e a rural.
A capital, Baku, é a maior cidade, com quase dois milhões de habitantes, enquanto as outras não têm mais do que 350 mil pessoas.
O vizinho Irã tenta expandir sua influência espiritual sobre o Azerbaijão. Os azeris são como os xiitas iranianos, e estima-se que 25 milhões de iranianos tenham o azeri como sua primeira língua. Muitos grupos fundamentalistas islâmicos operam no país, ainda que ilegalmente. Como o governo azeri está ciente do crescimento dessa influência fundamentalista no país, a partir do Irã, ele acredita que o aumento no número de cristãos nativos pode causar alguma reação indesejável. Por isso, desestimula a conversão ao cristianismo.
Embora oficialmente exista liberdade religiosa, os muçulmanos são a força dominante no poder e têm demonstrado um sentimento anticristão cada vez mais forte depois da guerra contra a Armênia. Uma parcela significativa da população não segue nenhuma religião, fruto da profunda influência soviética.
História e governo
O Azerbaijão esteve por muito tempo sob o domínio de impérios vizinhos, sendo o último a extinta União Soviética, da qual se tornou independente em 1991. Os nacionalistas tomaram o poder em 1992 e o governo tem mantido intensas relações com a Turquia. Por algum tempo, o Azerbaijão manteve um conflito armado com a vizinha Armênia.
O conflito com a Armênia em relação ao enclave de Nagorno-Karabakh ainda não foi resolvido. Essa é uma região habitada por armênios, que passou à jurisdição do Azerbaijão em 1923, devido a uma decisão tomada por Stalin. Embora o Azerbaijão deseje dar alguma autonomia à região, a Armênia afirma que lá é seu território. Esse é um conflito que pode reacender-se.
Mal se aceita oposição política, e qualquer manifesto é firmemente controlado, às vezes até reprimido com violência. O governo se preocupa com o potencial aumento do fundamentalismo islâmico, já que o Cáucaso, região onde o país está instalado, é uma área inquieta.
Economia
A principal indústria é a de refino de petróleo, pois há enormes jazidas do ouro negro no país. O Azerbaijão experimentou um grande crescimento entre 2006 e 2008 patrocinado pela exportação do petróleo.
Mas, embora o país seja rico em petróleo, mais da metade da população vive abaixo da linha nacional de pobreza. Reformas políticas e econômicas prometidas têm demorado a se tornar realidade, devido à corrupção que contagiou todos os níveis de autoridade.
A Igreja
Quando o Azerbaijão tornou-se uma república independente, havia apenas alguns convertidos no país, ligados aos cristãos russos e armênios. Durante e depois do conflito com a Armênia, a maioria dos armênios deixou o país.
A Igreja protestante russa, entretanto, desempenhou um papel na formação da jovem Igreja azeri. No passado, cristãos russos foram enviados pelo czar ao Azerbaijão, como punição. Esses cristãos começaram a pregar e a organizar igrejas lá. Na era soviética, tudo era proibido, mas a Igreja continuou a funcionar, clandestinamente. Com a abertura no começo da década de 1990, a Igreja formada por azeris começou a crescer. Estima-se que, em 1997, havia seis mil convertidos no país; até 2006, o número havia triplicado. A dependência da Igreja russa diminuiu, e a comunidade azeri torna-se rapidamente uma Igreja que sofre oposição das autoridades locais e nacionais, bem como da sociedade. Os cristãos azeris são considerados traidores, e associados da Armênia, inimiga da nação e considerada um país cristão.
Há provavelmente 20 mil cristãos nativos no país, a maioria da Igreja ortodoxa. Esse número cresceu bastante: em 1994 havia apenas 5 mil cristãos. Menos de mil são protestantes, a maioria deles batistas. Tais números são passíveis de mudanças constantes, uma vez que quase todos os cristãos são estrangeiros, especialmente russos e armênios. Convertidos entre a população local somam menos de uma centena.
A perseguição
Embora a Constituição garanta a liberdade de consciência e religião, todas as comunidades religiosas são obrigadas a se registrar. Para a minoria cristã, é quase impossível obter o registro. A maioria das igrejas protestantes opera ilegalmente, sendo restringidas para operar em público e para obter livros cristãos. Isso as torna vulneráveis a perturbações e perseguição.
O avivamento islâmico tem tornado os azeris menos abertos ao cristianismo. No final da década de 90, o governo praticamente iniciou uma operação de guerra contra os convertidos, utilizando tanto uma pressão direta - interrogatórios, perseguição, demissão, restrições quanto à distribuição de materiais cristãos - quanto indireta, ao incitar a população contra os convertidos.
Os protestantes enfrentam inúmeras dificuldades no Azerbaijão, onde a maioria da população azeri é de origem muçulmana. Alguns clérigos e oficiais do governo muçulmanos têm expressado de forma veemente sua desaprovação à liberdade de atuação dos cristãos.
Apesar da fome espiritual e da abertura das pessoas, 90% dos que se interessam pelo evangelho desistem de segui-lo assim que sofrem pressão de seus empregadores e familiares. O custo de perder o emprego ou de ser rejeitado pelos parentes e amidos, parece alto demais para eles.
Os convertidos azeris são intimidados pela sociedade, e quase sempre são alvo dos ataques da mídia. Eles são retratados como criminosos e traidores do país. Os empregadores não se mostram interessados em manter cristãos como seus funcionários.
Problemas com as permissões para religiosos estrangeiros servirem às congregações cristãs parecem ter sido resolvidos. Dois pastores estrangeiros conseguiram vistos para continuar seu trabalho nas igrejas.
Apesar das intermitentes dificuldades acima relatadas, os batistas afirmam que pretendem continuar seu trabalho evangelístico: "Pedimos que orem por nós para que o Senhor nos inspire a pregar sem medo as boas novas de Cristo a todo o momento".
O pastor batista Hamid Shabanov, então com 51 anos, foi detido em sua casa no dia 20 de junho de 2008. Hamid e a família alegam que a polícia plantou a arma que eles "supostamente" teriam encontrado. O pastor foi levado preso pela polícia, para a prisão da cidade de Gyanja.
Durante a prisão, a polícia o questionou por diversas vezes a respeito de suas atividades religiosas, perguntando, por exemplo, quando ele se tornou cristão e por que 50 pessoas amigas dele adotaram o cristianismo.
Várias datas para o julgamento foram marcadas e adiadas; durante esse tempo, o pastor Hamid permaneceu preso. Na primeira audiência realizada de fato, em 5 de novembro, decidiu-se apenas que Hamid ficaria sob prisão domiciliar.
Em 11 de fevereiro de 2009, o pastor foi considerado culpado de porte ilegal de armas. No entanto, o tempo que o pastor passou preso antes de ser condenado foi levado em consideração, fazendo com que a sentença de dois anos de trabalho corretivo fosse reduzida a 27 dias de prisão domiciliar.
Em 2007, o pastor Zaur Balaev, de 44 anos, foi condenado a dois anos de prisão pela corte de Zakatala com base no artigo 315, que pune o uso da violência contra oficiais do Estado no exercício de suas funções.
Por 13 anos o pastor Zaur Balaev tentou obter o registro para manter a igreja legalizada. Dentre os inúmeros exemplos de perseguição sofridos ao longo dos anos, está a recusa de funcionários do governo em conceder certidões de nascimento aos filhos de membros da igreja. Os nomes de batismo deles foram considerados inaceitáveis por funcionários de Zakatala.
O pastor ficou preso na 10ª colônia penitenciária de Baku até o dia 20 de março de 2008, quando foi anistiado por um decreto publicado no site presidencial, em 18 de março.
Motivos de oração
1. Os cristãos têm sofrido em consequência da natureza islâmico-cristã do conflito entre o Azerbaijão e a Armênia. Ore por um progresso nas relações entre cristãos e muçulmanos e por um abrandamento das tensões causadas pelo conflito com a Armênia.
2. Missionários não são bem-vindos no Azerbaijão. Ore para que estrangeiros encontrem meios de servir o país e alcançar o povo por meio de um ministério solidário.
3. A Igreja tem desfrutado de alguma liberdade. Peça que a crescente resistência ao cristianismo seja reduzida e que a Igreja use a liberdade que tem para evangelizar.
4. A Igreja tem sofrido com a pobreza. Ore para que empresários que temam ao Senhor ajudem os cristãos azerbaijanos com novos empreendimentos que se proponham a aliviar o terrível drama da pobreza urbana.
Fontes
- 2008 Report on International Religious Freedom
- Países@
- Portas Abertas Internacional
- The World Factbook
O amor deixa um legado. A forma de você tratar outras pessoas, e não sua riqueza ou suas façanhas, é a influência mais duradoura que se pode deixar na terra. Como disse madre Tereza: "Não é o que você faz, mas quanto amor você dedica no que faz que realmente importa". O amor é o segredo de uma herança duradoura. Seremos avaliados quanto ao nosso amor.
Temos 5 cachorrinhas para adoção!
Olá Amigos!
Por favor continuem a divulgar.
Doa Cão e Gatos
E-mail: doacaoegatos@gmail.com
Site: www.doacaoegatos.blogspot.com
Telefone: (11) 9840-1324 falar com Suênia
Maria
Sem Raça Definida / Fêmea / 5 anos / 16kg / Porte Médio / Castrada / Vacinada / Carinhosa / Dócil / Obediente
Neguinha
Sem Raça Definida / Fêmea / 3 anos / 9kg / Porte Pequeno / Castrada / Vacinada / Brincalhona / Dócil / Obediente
Pandora
Sem Raça Definida / Fêmea / 1 ano / 13kg / Porte Médio / Castrada / Vacinada / Brincalhona / Dócil / Obediente
Pitucha
Sem Raça Definida / Fêmea / 4 meses / 3,5kg / Será Porte Médio / Castrada / Vacinada / Brincalhona / Dócil / Obediente
Tuka
Sem Raça Definida / Fêmea / 1 ano / 11kg / Porte Médio / Castrada / Vacinada / Brincalhona / Dócil / Obediente
Por favor continuem a divulgar.
Doa Cão e Gatos
E-mail: doacaoegatos@gmail.com
Site: www.doacaoegatos.blogspot.com
Telefone: (11) 9840-1324 falar com Suênia
Maria
Sem Raça Definida / Fêmea / 5 anos / 16kg / Porte Médio / Castrada / Vacinada / Carinhosa / Dócil / Obediente
Neguinha
Sem Raça Definida / Fêmea / 3 anos / 9kg / Porte Pequeno / Castrada / Vacinada / Brincalhona / Dócil / Obediente
Pandora
Sem Raça Definida / Fêmea / 1 ano / 13kg / Porte Médio / Castrada / Vacinada / Brincalhona / Dócil / Obediente
Pitucha
Sem Raça Definida / Fêmea / 4 meses / 3,5kg / Será Porte Médio / Castrada / Vacinada / Brincalhona / Dócil / Obediente
Tuka
Sem Raça Definida / Fêmea / 1 ano / 11kg / Porte Médio / Castrada / Vacinada / Brincalhona / Dócil / Obediente
"Não temas o pavor repentino, nem a arremetida dos perversos, quando vier. Porque o SENHOR será a tua segurança e guardará os teus pés de serem presos. Não te furtes a fazer o bem a quem de direito, estando na tua mão o poder de fazê-lo. Não digas ao teu próximo: Vai e volta amanhã; então, to darei, se o tens agora contigo. Não maquines o mal contra o teu próximo, pois habita junto de ti confiadamente". Provérbios 3:25-29
Poema do Dia!!!
Existia uma pequenina na rua
A sua cama era uma calçada gelada
O viaduto era o seu refúgio
Sem acreditar em um futuro
Os seus sonhos sumiam diante do lixo
O seu almoço era dividido com os ratos
Dias e mais dias estendendo as mãos
Clamando por misericórdia de seus semelhantes
Entre aqueles que passavam por ali
Poucos doavam o seu tempo
Quase ninguém dividia o seu pão
Mais uma linda criança entregue a miséria
Mais uma entrando nas estatísticas da dor
Infelizmente o seu corpo não suportou
A fome destruiu o seu viver
Sem amor ela sofreu
Na morte encontrou o seu descanso
Mais uma criança morreu
A sociedade nem se quer notou
Os dias se passam e nada mudou
Já tem mais outras em seu lugar
Para minha surpresa apareceu um povo
Dizendo serem ressurretos da morte espiritual
Lavados, remidos
Purificados por um sangue que não nunca se viu igual
Eles tem se levantados
Já vejo vidas sendo salvas desses acontecimentos
Chegou a libertação Brasil
Israel esta vivo
Os frutos do Messias despertou
Saímos do choro
Saímos do pecado
Da morte pra vida
Da vida pra libertação dos povos
Nem a fome nos parou
Nem o abandono nos cegou
Nem as desigualdades nos assolou
Hoje as crianças correm
Não do sofrimento
Mas sim pro eterno avivamento
junior
Cinco muçulmanos da Somália atacaram um cristão na Etiópia
26/7/2010 - 14h39
ETIÓPIA (44º) - A agência International Christian Concern (ICC) recebeu a informação de que, em 16 de julho, cinco homens muçulmanos da Somália atacaram e feriram gravemente um homem cristão em Addis Ababa, Etiópia, por ler um livro de crítica ao Profeta Maomé.
Mike Abdul Falahow, um cristão convertido do islamismo, estava lendo um livro intitulado “A Grande Decepção: Como Maomé Tentou Converter Cristãos para o Islã”, quando dois muçulmanos exigiram que ele entregasse o livro, dizendo que era insultante e atacava a honra do Profeta Maomé. O livro é um estudo crítico da Sura Al Imran 3:33-64 do Alcorão.
Falahow se recusou a entregar o livro e lembrou os muçulmanos de que eles estavam vivendo em Addis Ababa e, não em Mogadishu e, portanto, tinham liberdade religiosa.
Um dos homens muçulmanos tentou tirar o livro das mãos de Falahow, mas não conseguiu, passou a chutar e dar socos em Falahow. Os outros quatro homens muçulmanos se juntaram ao ataque a Falahow e surraram-no sem misericórdia.
Falahow sofreu lesões como uma perna quebrada e cortes em seu rosto. Atualmente, ele está se recuperando em local seguro, uma casa providenciada pela comunidade cristã da Somália em Addis Ababa. O incidente foi relatado para a polícia.
Um líder da igreja em Addis Ababa, Somália, descreveu ao ICC sobre o ataque, dizendo “uma tentativa brutal de subjugar o crescimento da comunidade cristã somaliana em Addis Ababa.”
Essa não é a primeira vez que os muçulmanos da Somália atacaram somalianos que se converteram ao cristianismo em Addis Ababa. No entanto, essa é a primeira vez que um ataque como esse ocorreu em local público.
Jonathan Racho, Administrador Regional do ICC na África, disse “Muitos cristãos somalianos foram assassinados por radicais do Islã na Somália e muitos deixaram seu país pela perseguição que sofriam. Infelizmente, eles não escapam da perseguição mesmo após terem deixado seu país. Encorajamos as autoridades da Etiópia a impedirem a tentativa dos Islâmicos de importarem suas ideologias violentas da Somália. O abuso a convertidos ao cristianismo se tornará pior, a menos que as autoridades tomarem medidas contra os indivíduos que são responsáveis pelo ataque a Falahow.”
Tradução: Isabela Paiva Siqueira
Fonte: International Christian Concern
ETIÓPIA (44º) - A agência International Christian Concern (ICC) recebeu a informação de que, em 16 de julho, cinco homens muçulmanos da Somália atacaram e feriram gravemente um homem cristão em Addis Ababa, Etiópia, por ler um livro de crítica ao Profeta Maomé.
Mike Abdul Falahow, um cristão convertido do islamismo, estava lendo um livro intitulado “A Grande Decepção: Como Maomé Tentou Converter Cristãos para o Islã”, quando dois muçulmanos exigiram que ele entregasse o livro, dizendo que era insultante e atacava a honra do Profeta Maomé. O livro é um estudo crítico da Sura Al Imran 3:33-64 do Alcorão.
Falahow se recusou a entregar o livro e lembrou os muçulmanos de que eles estavam vivendo em Addis Ababa e, não em Mogadishu e, portanto, tinham liberdade religiosa.
Um dos homens muçulmanos tentou tirar o livro das mãos de Falahow, mas não conseguiu, passou a chutar e dar socos em Falahow. Os outros quatro homens muçulmanos se juntaram ao ataque a Falahow e surraram-no sem misericórdia.
Falahow sofreu lesões como uma perna quebrada e cortes em seu rosto. Atualmente, ele está se recuperando em local seguro, uma casa providenciada pela comunidade cristã da Somália em Addis Ababa. O incidente foi relatado para a polícia.
Um líder da igreja em Addis Ababa, Somália, descreveu ao ICC sobre o ataque, dizendo “uma tentativa brutal de subjugar o crescimento da comunidade cristã somaliana em Addis Ababa.”
Essa não é a primeira vez que os muçulmanos da Somália atacaram somalianos que se converteram ao cristianismo em Addis Ababa. No entanto, essa é a primeira vez que um ataque como esse ocorreu em local público.
Jonathan Racho, Administrador Regional do ICC na África, disse “Muitos cristãos somalianos foram assassinados por radicais do Islã na Somália e muitos deixaram seu país pela perseguição que sofriam. Infelizmente, eles não escapam da perseguição mesmo após terem deixado seu país. Encorajamos as autoridades da Etiópia a impedirem a tentativa dos Islâmicos de importarem suas ideologias violentas da Somália. O abuso a convertidos ao cristianismo se tornará pior, a menos que as autoridades tomarem medidas contra os indivíduos que são responsáveis pelo ataque a Falahow.”
Tradução: Isabela Paiva Siqueira
Fonte: International Christian Concern
"Decisão sobre proibição de símbolos religiosos é dever do Estado"
26/7/2010 - 11h57
UNIÃO EUROPEIA - O presidente da Comissão Europeia recusou-se a assumir uma posição sobre a proibição de símbolos religiosos, indicando que essa é uma questão da exclusiva competência dos Estados-membros da União Europeia, e não das instituições comunitárias.
Ao término da sexta edição do encontro inter-religioso, que reuniu na sede da Comissão Europeia, em Bruxelas, Bélgica, representantes de diversas confissões religiosas e dos Estados-membros da União Europeia, o presidente foi questionado sobre o crescente combate a símbolos religiosos na Europa, como a proibição do uso em público do véu integral islâmico ou da exibição de crucifixos em escolas, já em vigor em alguns países.
O presidente da Comissão – que lançou a iniciativa dos encontros inter-religiosos em 2005 – explicou que não ia tomar nenhuma posição sobre o assunto, já que essa – disse – "é uma questão de competência nacional".
Fonte: Rádio Vaticano
UNIÃO EUROPEIA - O presidente da Comissão Europeia recusou-se a assumir uma posição sobre a proibição de símbolos religiosos, indicando que essa é uma questão da exclusiva competência dos Estados-membros da União Europeia, e não das instituições comunitárias.
Ao término da sexta edição do encontro inter-religioso, que reuniu na sede da Comissão Europeia, em Bruxelas, Bélgica, representantes de diversas confissões religiosas e dos Estados-membros da União Europeia, o presidente foi questionado sobre o crescente combate a símbolos religiosos na Europa, como a proibição do uso em público do véu integral islâmico ou da exibição de crucifixos em escolas, já em vigor em alguns países.
O presidente da Comissão – que lançou a iniciativa dos encontros inter-religiosos em 2005 – explicou que não ia tomar nenhuma posição sobre o assunto, já que essa – disse – "é uma questão de competência nacional".
Fonte: Rádio Vaticano
"Filho meu, se aceitares as minhas palavras e esconderes contigo os meus mandamentos, para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido e para inclinares o coração ao entendimento, e, se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a voz, se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus. Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento. Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade, guarda as veredas do juízo e conserva o caminho dos seus santos". Provérbios 2:1-8
Butão propõe lei "anti-conversão"
26/7/2010 - 06h39
BUTÃO (12º) - Os cristãos desta nação himalaia, ainda desejosos de praticar abertamente sua fé, ficaram desanimados este mês quando o governo propôs o tipo de lei “anti-conversão” que outras nações têm usado como pretexto para acusar falsamente os cristãos de “coerção”.
O projeto de lei puniria o “proselitismo” que “usa coerção ou outras formas de persuasão”, o que suficientemente articulado, assim temem os cristãos, poderia ser usado pelos vigilantes para colocá-los na prisão por seguir os mandamentos de Cristo de alimentar, vestir e cuidar dos pobres.
“Agora, de acordo com a seção 463 [do código penal do Butão], um réu poderá ser culpado do crime de proselitismo se usar coerção ou outras formas de persuasão para causar a conversão de uma pessoa de uma religião ou fé para outra”, relatou o jornal do governo Kuensel em nove de julho.
“Sempre houve uma lei anti-conversão virtual em vigor, mas, agora, está também no papel”, disse o pastor titular de Thimphu sob condição de anonimato. “Aparentemente, ela visa controlar o crescimento do cristianismo”.
Kuenlay Tshering, membro do Parlamento do Butão e dirigente do conselho legislativo, disse à Compass Direct News que a nova seção está consoante o artigo 7(4) da constituição do Reino do Butão, que afirma: “Um cidadão butanês terá o direito a liberdade de pensamento, consciência e religião. Nenhuma pessoa será compelida a pertencer a outra fé por meios de coerção ou persuasão”.
Ele disse que o Conselho Nacional tinha proposto que os crimes sob a proposta sejam classificados como delitos, puníveis de um a menos de três anos na prisão.
Kuenlay disse que o projeto de lei “deve ser aprovado durante a próxima sessão do Parlamento, após a Assembleia Nacional deliberar sobre ela na sessão de inverno”.
Perguntado se estava ciente de que leis “anti-conversão” similares na vizinha Índia tinham sido usadas incorretamente para perturbar os cristãos através de termos vagos de “persuasão”, ele disse que não.
As autoridades normalmente agem com base em queixas de moradores contra obreiros cristãos. Então, queixas fúteis podem levar a sua prisão, disse outro pastor que solicitou anonimato.
Das 683.407 pessoas no Butão, mais de 75 porcento são budistas, principalmente do leste e do oeste. Os hindus, a maioria nepaleses étnicos do sul do Butão, são aproximadamente 22 porcento da população.
Há cerca de seis mil cristãos, a maioria nepaleses étnicos, mas não há nenhum prédio de igreja nem instituição cristã registrada. Entretanto, a bíblia tem sido traduzida no idioma nacional, Dzongkha, assim como para o nepalês.
A constituição garante liberdade religiosa, mas o governo não reconhece oficialmente a presença de cristãos, cuja prática da fé permanece confinada a seus lares.
A escola Drukpa Kagyue de budismo mahayana é a religião do Estado, com o hinduísmo dominante no sul, de acordo com o site oficial do Butão, que acrescenta: “Alguns remanescentes de bon, animismo e xamanismo ainda existem em alguns bolsões do país”, mas não faz nenhuma menção ao cristianismo.
A despeito disso, desde que o Butão se tornou uma democraia em 2008, após as primeiras eleições de sua história, seguindo-se mais de cem anos de monarquia absoluta, as pessoas têm exercitado mais liberdade, incluindo a escolha religiosa.
Tradução: Getúlio Cidade
Fonte: Compass Direct
BUTÃO (12º) - Os cristãos desta nação himalaia, ainda desejosos de praticar abertamente sua fé, ficaram desanimados este mês quando o governo propôs o tipo de lei “anti-conversão” que outras nações têm usado como pretexto para acusar falsamente os cristãos de “coerção”.
O projeto de lei puniria o “proselitismo” que “usa coerção ou outras formas de persuasão”, o que suficientemente articulado, assim temem os cristãos, poderia ser usado pelos vigilantes para colocá-los na prisão por seguir os mandamentos de Cristo de alimentar, vestir e cuidar dos pobres.
“Agora, de acordo com a seção 463 [do código penal do Butão], um réu poderá ser culpado do crime de proselitismo se usar coerção ou outras formas de persuasão para causar a conversão de uma pessoa de uma religião ou fé para outra”, relatou o jornal do governo Kuensel em nove de julho.
“Sempre houve uma lei anti-conversão virtual em vigor, mas, agora, está também no papel”, disse o pastor titular de Thimphu sob condição de anonimato. “Aparentemente, ela visa controlar o crescimento do cristianismo”.
Kuenlay Tshering, membro do Parlamento do Butão e dirigente do conselho legislativo, disse à Compass Direct News que a nova seção está consoante o artigo 7(4) da constituição do Reino do Butão, que afirma: “Um cidadão butanês terá o direito a liberdade de pensamento, consciência e religião. Nenhuma pessoa será compelida a pertencer a outra fé por meios de coerção ou persuasão”.
Ele disse que o Conselho Nacional tinha proposto que os crimes sob a proposta sejam classificados como delitos, puníveis de um a menos de três anos na prisão.
Kuenlay disse que o projeto de lei “deve ser aprovado durante a próxima sessão do Parlamento, após a Assembleia Nacional deliberar sobre ela na sessão de inverno”.
Perguntado se estava ciente de que leis “anti-conversão” similares na vizinha Índia tinham sido usadas incorretamente para perturbar os cristãos através de termos vagos de “persuasão”, ele disse que não.
As autoridades normalmente agem com base em queixas de moradores contra obreiros cristãos. Então, queixas fúteis podem levar a sua prisão, disse outro pastor que solicitou anonimato.
Das 683.407 pessoas no Butão, mais de 75 porcento são budistas, principalmente do leste e do oeste. Os hindus, a maioria nepaleses étnicos do sul do Butão, são aproximadamente 22 porcento da população.
Há cerca de seis mil cristãos, a maioria nepaleses étnicos, mas não há nenhum prédio de igreja nem instituição cristã registrada. Entretanto, a bíblia tem sido traduzida no idioma nacional, Dzongkha, assim como para o nepalês.
A constituição garante liberdade religiosa, mas o governo não reconhece oficialmente a presença de cristãos, cuja prática da fé permanece confinada a seus lares.
A escola Drukpa Kagyue de budismo mahayana é a religião do Estado, com o hinduísmo dominante no sul, de acordo com o site oficial do Butão, que acrescenta: “Alguns remanescentes de bon, animismo e xamanismo ainda existem em alguns bolsões do país”, mas não faz nenhuma menção ao cristianismo.
A despeito disso, desde que o Butão se tornou uma democraia em 2008, após as primeiras eleições de sua história, seguindo-se mais de cem anos de monarquia absoluta, as pessoas têm exercitado mais liberdade, incluindo a escolha religiosa.
Tradução: Getúlio Cidade
Fonte: Compass Direct
O JIPE
Um jovem cumpria o seu dever cívico prestando serviço ao exército, mas era ridicularizado por ser cristão.
Um dia o seu superior hierárquico, na intenção de humilhá-lo na frente do pelotão, pregou-lhe uma peça...
- Soldado Coelho, venha até aqui!
- Pois não Senhor.
- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.
- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.
- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o
que eu lhe ordenei...
- Mas senhor, eu não sei dirigir!
- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe.
O soldado não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi até o veículo.
Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua oração.
"Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre a essas pessoas a sua fidelidade.
Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém."
O garoto, manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o seu superior.
Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos...
- O que houve gente? - perguntou o soldado.
- Nós queremos o teu Deus, Coelho. Como fazemos para tê-lo?
Perguntou o seu superior.
- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas porquê todos
decidiram aceitar o meu Deus?
O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o jipe enxugando suas lágrimas.
Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo estava sem o motor!
DEUS CUIDA DOS SEUS E NÃO PERMITE QUE NINGUÉM NOS HUMILHE.
SEJA VOCÊ TAMBÉM UMA SEMENTE DE JESUS E VOCÊ SEMPRE COLHERÁ O BEM!
Espere...
No tempo de Deus (que não é o seu) aquilo que você tanto almeja
ser-lhe-à dado.
Se você está passando por provas, não se desespere.
O Senhor está formando seu caráter e no tempo certo Ele lhe dará a vitória.
Deus tem visto suas lutas!
DEUS É DEUS...
Ore pela paz na Argélia e estabilidade do país
25/7/2010 - 06h51
ARGÉLIA (25º) - A Argélia está entre os maiores países do planeta. Seu território é o segundo maior do continente africano; apenas dez países no mundo possuem área maior que a sua. O deserto do Saara ocupa quase 91% do território argelino e montanhas separam suas areias da faixa litorânea. Localizada na região norte da África, a Argélia tem fronteiras com a Líbia e a Tunísia ao leste, com o Marrocos ao oeste e com Mali, Mauritânia e Níger ao sul.
O cristianismo chegou à Argélia ainda no século I, e alguns dos mais proeminentes teólogos da Igreja primitiva vieram desse país: Tertuliano, Cipriano e Agostinho. Disputas, revoltas berberes e ataques dos vândalos enfraqueceram a Igreja argelina no século V. Já no ano 700, a invasão dos exércitos islâmicos reduziu a Igreja de maneira significativa, mas a chegada dos colonizadores franceses, no início do século XIX, permitiu um rápido crescimento. No entanto, com a saída dos franceses do país, a Igreja novamente entrou em declínio.
Atualmente, cerca de um terço dos cristãos da Argélia é estrangeiro. Apesar de haver milhares de cristãos argelinos, eles representam menos que 0,5% da população e organizam cultos em reuniões secretas nos lares.
Por motivos de segurança, principalmente durante a guerra civil, os cristãos se concentraram majoritariamente nas cidades de Oran e Anaba (conhecida como Hipona, cidade onde faleceu Santo Agostinho) na metade da década de 1990. O evangelismo fez crescer a comunidade cristã na Cabília, norte do país. Notoriamente cresceu o número de igrejas domésticas, casas de membros da comunidade cristã, onde os cristãos se reúnem secretamente, por medo de se expor ou por não possuir dinheiro para construir uma igreja. Relatos sugerem que os cidadãos, não os estrangeiros, organizam suas atividades de evangelismo na Cabília.
A perseguição
O islamismo de tradição sunita é a religião oficial do país e testemunhos cristãos não são permitidos. Em março de 2006, foi aprovado o Decreto 06-03, que restringe cultos não-islâmicos. Ele proíbe qualquer ação que "incite, obrigue ou se utilize de meios indutivos objetivando a conversão de um muçulmano para outra religião, ou usando para esse fim estabelecimentos de ensino, educação, saúde, de natureza social ou cultural, ou instituições de treinamento ou qualquer outro estabelecimento, ou recurso financeiro". A punição é de dois a cinco anos de prisão e multa. A lei também proíbe atividade cristã em qualquer lugar que não seja em igrejas reconhecidas pelo governo.
Teoricamente, essa lei dá ao governo o poder de regulamentar os templos não-islâmicos, e também de monitorar a participação nos cultos. Efetivamente, isso permite ao governo fechar igrejas informais, organizadas em casas ou em instalações isoladas.
A sharia (lei islâmica), tal como interpretada no país, não reconhece a conversão do islamismo a qualquer outra religião, assim, a evangelização de muçulmanos é proibida. Entretanto, sob a lei civil, a conversão não é ilegal. Organizações missionárias são autorizadas a realizar atividades humanitárias sem a intervenção do governo conquanto não evangelizem muçulmanos. Conversões do islamismo ao cristianismo acontecem, embora sejam em pequena quantidade. Com frequência, trabalhadores cristãos são ameaçados e atacados por extremistas, muitos sendo martirizados.
Para garantir a segurança e evitar problemas sociais e legais, os ex-muçulmanos praticam sua fé secretamente. Um cristão argelino escreveu:
"Todos sabem sobre o terrorismo que acorrenta nosso país. Foram poucas as mortes entre os cristãos evangélicos até agora, e louvamos a Deus por isso. É difícil estimar o número exato de evangélicos no país. A maioria descende de berberes e são poucos os que descendem de árabes. Muitos vivem em pequenas cidades e vilas, o que dificulta o contato e comunicação com eles. Devido ao terrorismo, viajar pelo país é muito perigoso, o que faz com que as igrejas fiquem isoladas. Recebemos poucos visitantes ocidentais e não somos autorizados a viajar ao exterior.
Não há grande disponibilidade de literatura cristã em berbere e árabe e nem é permitida a sua livre distribuição. Mas apesar de todas as nossas dificuldades, a Igreja continua a crescer."
Motivos de oração
1. O Decreto 06-03 trouxe dificuldades para a Igreja desde sua implementação em 2006. Ore para que essa lei seja abolida, a fim de que os cristãos argelinos possam praticar sua fé sem medo nem restrições.
2. As tensões têm trazido desunião. Ore pela unidade dos cristãos na Argélia. Peça a Deus para dar sabedoria e um espírito humilde para os líderes das denominações cristãs.
3. Há cristãos argelinos em julgamento, esperando a decisão do juiz. Peça a Deus que faça justiça nesses casos.
4. A situação da Igreja na Argélia parece calma no momento. Mas, a qualquer momento, podem acontecer episódios que desestabilizem a nação. Ore pela paz da Argélia e estabilidade do país.
Fonte: Portas Abertas
O número ao lado do país indica a sua posição na classificação de países por perseguição
ARGÉLIA (25º) - A Argélia está entre os maiores países do planeta. Seu território é o segundo maior do continente africano; apenas dez países no mundo possuem área maior que a sua. O deserto do Saara ocupa quase 91% do território argelino e montanhas separam suas areias da faixa litorânea. Localizada na região norte da África, a Argélia tem fronteiras com a Líbia e a Tunísia ao leste, com o Marrocos ao oeste e com Mali, Mauritânia e Níger ao sul.
O cristianismo chegou à Argélia ainda no século I, e alguns dos mais proeminentes teólogos da Igreja primitiva vieram desse país: Tertuliano, Cipriano e Agostinho. Disputas, revoltas berberes e ataques dos vândalos enfraqueceram a Igreja argelina no século V. Já no ano 700, a invasão dos exércitos islâmicos reduziu a Igreja de maneira significativa, mas a chegada dos colonizadores franceses, no início do século XIX, permitiu um rápido crescimento. No entanto, com a saída dos franceses do país, a Igreja novamente entrou em declínio.
Atualmente, cerca de um terço dos cristãos da Argélia é estrangeiro. Apesar de haver milhares de cristãos argelinos, eles representam menos que 0,5% da população e organizam cultos em reuniões secretas nos lares.
Por motivos de segurança, principalmente durante a guerra civil, os cristãos se concentraram majoritariamente nas cidades de Oran e Anaba (conhecida como Hipona, cidade onde faleceu Santo Agostinho) na metade da década de 1990. O evangelismo fez crescer a comunidade cristã na Cabília, norte do país. Notoriamente cresceu o número de igrejas domésticas, casas de membros da comunidade cristã, onde os cristãos se reúnem secretamente, por medo de se expor ou por não possuir dinheiro para construir uma igreja. Relatos sugerem que os cidadãos, não os estrangeiros, organizam suas atividades de evangelismo na Cabília.
A perseguição
O islamismo de tradição sunita é a religião oficial do país e testemunhos cristãos não são permitidos. Em março de 2006, foi aprovado o Decreto 06-03, que restringe cultos não-islâmicos. Ele proíbe qualquer ação que "incite, obrigue ou se utilize de meios indutivos objetivando a conversão de um muçulmano para outra religião, ou usando para esse fim estabelecimentos de ensino, educação, saúde, de natureza social ou cultural, ou instituições de treinamento ou qualquer outro estabelecimento, ou recurso financeiro". A punição é de dois a cinco anos de prisão e multa. A lei também proíbe atividade cristã em qualquer lugar que não seja em igrejas reconhecidas pelo governo.
Teoricamente, essa lei dá ao governo o poder de regulamentar os templos não-islâmicos, e também de monitorar a participação nos cultos. Efetivamente, isso permite ao governo fechar igrejas informais, organizadas em casas ou em instalações isoladas.
A sharia (lei islâmica), tal como interpretada no país, não reconhece a conversão do islamismo a qualquer outra religião, assim, a evangelização de muçulmanos é proibida. Entretanto, sob a lei civil, a conversão não é ilegal. Organizações missionárias são autorizadas a realizar atividades humanitárias sem a intervenção do governo conquanto não evangelizem muçulmanos. Conversões do islamismo ao cristianismo acontecem, embora sejam em pequena quantidade. Com frequência, trabalhadores cristãos são ameaçados e atacados por extremistas, muitos sendo martirizados.
Para garantir a segurança e evitar problemas sociais e legais, os ex-muçulmanos praticam sua fé secretamente. Um cristão argelino escreveu:
"Todos sabem sobre o terrorismo que acorrenta nosso país. Foram poucas as mortes entre os cristãos evangélicos até agora, e louvamos a Deus por isso. É difícil estimar o número exato de evangélicos no país. A maioria descende de berberes e são poucos os que descendem de árabes. Muitos vivem em pequenas cidades e vilas, o que dificulta o contato e comunicação com eles. Devido ao terrorismo, viajar pelo país é muito perigoso, o que faz com que as igrejas fiquem isoladas. Recebemos poucos visitantes ocidentais e não somos autorizados a viajar ao exterior.
Não há grande disponibilidade de literatura cristã em berbere e árabe e nem é permitida a sua livre distribuição. Mas apesar de todas as nossas dificuldades, a Igreja continua a crescer."
Motivos de oração
1. O Decreto 06-03 trouxe dificuldades para a Igreja desde sua implementação em 2006. Ore para que essa lei seja abolida, a fim de que os cristãos argelinos possam praticar sua fé sem medo nem restrições.
2. As tensões têm trazido desunião. Ore pela unidade dos cristãos na Argélia. Peça a Deus para dar sabedoria e um espírito humilde para os líderes das denominações cristãs.
3. Há cristãos argelinos em julgamento, esperando a decisão do juiz. Peça a Deus que faça justiça nesses casos.
4. A situação da Igreja na Argélia parece calma no momento. Mas, a qualquer momento, podem acontecer episódios que desestabilizem a nação. Ore pela paz da Argélia e estabilidade do país.
Fonte: Portas Abertas
O número ao lado do país indica a sua posição na classificação de países por perseguição
Pastor perde sua liberdade duas vezes
24/7/2010 - 06h45
LAOS (9º) - Kye perdeu sua liberdade em 2000, por causa de sua fé em Cristo. Enquanto ele estava na prisão, os cristãos de seu vilarejo foram pressionados a renunciar sua fé, ou perderiam suas terras e meio de sustento. Seu ministério na província onde ele morava cresceu para 500 membros enquanto ele estava na prisão.
Mas a prisão só serviu para aumentar o compromisso de Kye em fazer Deus conhecido em sua região. Após quase quatro anos na prisão, ele voltou para sua casa e para sua igreja. Seu sogro, um dos chefes do vilarejo, não ficou muito feliz com isso. Ele nunca aprovou a nova religião de Kye.
Insatisfeito com a retomada das atividades cristãs de Kye, o chefe do vilarejo pediu que o pastor se mudasse para outro lugar. Em junho de 2006, Kye, sua esposa e seus dois filhos arrumaram as malas e foram embora. O sogro o alertou sobre possíveis problemas se ele retornasse ao vilarejo. Dessa vez, a fé de Kye lhe custou sua casa e igreja.
Kye e sua família se estabeleceram em uma nova província, e fundaram uma igreja no local. Em poucos anos, 50 pessoas aceitaram a Cristo, e juntas, cultuavam a Ele todos os domingos. Ele participou de um treinamento, e se tornou um pastor melhor.
No entanto, a perseguição confrontou Kye novamente, quando em 2009, ele e seu sobrinho retornaram para o antigo vilarejo, para acertar a mudança de seu irmão para sua casa. Assim que ele chegou no vilarejo, as autoridades o prenderam. Ele e o sobrinho foram acusados de propagar o cristianismo, ideologia considerada sedutora no Laos.
Os dois cristãos não puderam receber vistas, nem mesmo de sua família. Certa vez, o irmão de Kye foi levar arroz, mas só pode ver o pastor de longe. A condição física de Kye era desconhecida, até que ele conseguiu fazer uma ligação para sua esposa:
“A polícia nos algemou à parede. Não podíamos sentar, deitar, ou usar o banheiro. Não podíamos dormir. No dia seguinte, fomos levados para um pequeno vilarejo. A polícia cavou um pequeno buraco e nos jogou lá, ainda algemados. Ficamos lá durante um mês. A polícia queria manter nossa prisão em segredo. O que eu estou passando aqui é pior do que quando estive na prisão”.
Como não havia um processo contra os cristãos, eles foram liberados em 2010.
Tradução: Missão Portas Abertas
Fonte: Portas Abertas
LAOS (9º) - Kye perdeu sua liberdade em 2000, por causa de sua fé em Cristo. Enquanto ele estava na prisão, os cristãos de seu vilarejo foram pressionados a renunciar sua fé, ou perderiam suas terras e meio de sustento. Seu ministério na província onde ele morava cresceu para 500 membros enquanto ele estava na prisão.
Mas a prisão só serviu para aumentar o compromisso de Kye em fazer Deus conhecido em sua região. Após quase quatro anos na prisão, ele voltou para sua casa e para sua igreja. Seu sogro, um dos chefes do vilarejo, não ficou muito feliz com isso. Ele nunca aprovou a nova religião de Kye.
Insatisfeito com a retomada das atividades cristãs de Kye, o chefe do vilarejo pediu que o pastor se mudasse para outro lugar. Em junho de 2006, Kye, sua esposa e seus dois filhos arrumaram as malas e foram embora. O sogro o alertou sobre possíveis problemas se ele retornasse ao vilarejo. Dessa vez, a fé de Kye lhe custou sua casa e igreja.
Kye e sua família se estabeleceram em uma nova província, e fundaram uma igreja no local. Em poucos anos, 50 pessoas aceitaram a Cristo, e juntas, cultuavam a Ele todos os domingos. Ele participou de um treinamento, e se tornou um pastor melhor.
No entanto, a perseguição confrontou Kye novamente, quando em 2009, ele e seu sobrinho retornaram para o antigo vilarejo, para acertar a mudança de seu irmão para sua casa. Assim que ele chegou no vilarejo, as autoridades o prenderam. Ele e o sobrinho foram acusados de propagar o cristianismo, ideologia considerada sedutora no Laos.
Os dois cristãos não puderam receber vistas, nem mesmo de sua família. Certa vez, o irmão de Kye foi levar arroz, mas só pode ver o pastor de longe. A condição física de Kye era desconhecida, até que ele conseguiu fazer uma ligação para sua esposa:
“A polícia nos algemou à parede. Não podíamos sentar, deitar, ou usar o banheiro. Não podíamos dormir. No dia seguinte, fomos levados para um pequeno vilarejo. A polícia cavou um pequeno buraco e nos jogou lá, ainda algemados. Ficamos lá durante um mês. A polícia queria manter nossa prisão em segredo. O que eu estou passando aqui é pior do que quando estive na prisão”.
Como não havia um processo contra os cristãos, eles foram liberados em 2010.
Tradução: Missão Portas Abertas
Fonte: Portas Abertas
Fala Pastor - Como a águia desperta a sua ninhada
Como a águia desperta a sua ninhada
1 Coríntios 13:11
“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.”
Paulo está falando do seu crescimento espiritual.
Efésios 4:13
“Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo.”
São dois entre muitos textos que citam a necessidade do crescimento espiritual.
A salvação precisa ser desenvolvida.
Todo aquele que crê precisa de amadurecimento.
Somos desafiados a chamada do crescimento, só que dói.
Tem gente que não quer crescer, mas é importante crescer, pois Deus quer que você cresça.
Deuteronômio 32:1-12
“Inclinai os ouvidos, ó céus, e falarei; e ouça a terra as palavras da minha boca.
Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha palavra como o orvalho, como chuvisco sobre a relva e como gotas de água sobre a erva.
Porque proclamarei o nome do Senhor.
Engrandecei o nosso Deus!
Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto.
Procederam corruptamente contra ele, já não são seus filhos, e sim suas manchas; é geração perversa e deformada.
É assim que recompensas ao Senhor, povo louco e ignorante? Não é ele teu pai, que te adquiriu, te fez e te estabeleceu? Lembra-te dos dias da antiguidade, atenta para os anos de gerações e gerações; pergunta a teu pai, e ele te informará, aos teus anciãos, e eles to dirão.
Quando o Altíssimo distribuía as heranças às nações, quando separava os filhos dos homens uns dos outros, fixou os limites dos povos, segundo o número dos filhos de Israel.
Porque a porção do Senhor é o seu povo; Jacó é a parte da sua herança.
Achou-o numa terra deserta e num ermo solitário povoado de uivos; rodeou-o e cuidou dele, guardou-o como a menina dos olhos.
Como a águia desperta a sua ninhada e voeja sobre os seus filhotes, estende as asas e, tomando-os, os leva sobre elas, assim, só o Senhor o guiou, e não havia com ele deus estranho.”
Este é um texto que registra um cântico de Moisés.
Esse cântico começa a narrar a maneira que o seu povo vinha do Egito até aqui.
É uma ilustração perfeita para descrever o cuidado de Deus para com eles, mas também é uma fase de transição.
Verso 11 (Como a águia ensina os filhotes a voar e com as asas estendidas os pega quando estão caindo, assim o Senhor Deus cuida do seu povo.) NTLH
Moisés enxerga esta transição como uma águia que prepara os filhotes para voar.
Esta era uma linguagem clara para eles, porque era comum ver águias naquela época, porém para nós é necessário estudarmos um pouco sobre as águias.
A águia sabe identificar o momento certo em que seus filhotes vão aprender a voar.
Ela coloca seus filhotes nas asas, e em um vôo que mais se parece com um inocente passeio, ela começa a bater as asas com mais intensidade e os filhotes são despencados, e eles obrigatoriamente são estimulados a baterem as asas para voar.
Geralmente eles não conseguem voar no primeiro susto, e por isso é necessário que a mãe faça isso mais algumas vezes.
Este é o momento em que é exigido o crescimento do filhote.
O fato é que Deus tinha levado o seu povo como águia para o deserto e após, eles iriam para a terra prometida, mas eles tinham que crescer, e esta fase dói.
É quando o fácil vai embora e de repente fica o difícil.
Esta é a hora que o cristão começa a duvidar até da sua chamada.
Será que era esse o caminho?
Este é um tempo de sentimento de abandono, você se sente sozinho.
Às vezes, Deus impede ou atrasa os sonhos que ele tem para você, porque você não quer crescer, você fica revoltado com o tratamento dele, e então você começa a ver a sua vida dando voltas.
Tem gente que não agüenta e não quer mais aprender a voar. Muita gente fica magoada com Deus e se sente desprezada.
O que a entrada para a terra prometida mudaria na rotina dos israelitas?
O que significaria esse novo começo?
Os israelitas receberiam um susto sobrenatural.
Eles não tinham como plantar, pois estavam no deserto, e por isso teriam que depender totalmente de Deus.
Êxodo 16:14-15; 31-35 (maná)
“E, quando se evaporou o orvalho que caíra, na superfície do deserto restava uma coisa fina e semelhante a escamas, fina como a geada sobre a terra. Vendo-a os filhos de Israel, disseram uns aos outros: Que é isto? Pois não sabiam o que era. Disse-lhes Moisés: Isto é o pão que o Senhor vos dá para vosso alimento.”
“Deu-lhe a casa de Israel o nome de maná; era como semente de coentro, branco e de sabor como bolos de mel. Disse Moisés: Esta é a palavra que o Senhor ordenou: Dele encherás um gômer e o guardarás para as vossas gerações, para que vejam o pão com que vos sustentei no deserto, quando vos tirei do Egito. Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso, mete nele um gômer cheio de maná e coloca-o diante do Senhor, para guardar-se às vossas gerações. Como o Senhor ordenara a Moisés, assim Arão o colocou diante do Testemunho para o guardar. E comeram os filhos de Israel maná quarenta anos, até que entraram em terra habitada; comeram maná até que chegaram aos limites da terra de Canaã.”
Até chegarem a Canaã eles só comiam maná.
Em Canaã eles tinham que procurar a sua própria comida.
Josué 5:12
“No dia imediato, depois que comeram do produto da terra, cessou o maná, e não o tiveram mais os filhos de Israel; mas, naquele ano, comeram das novidades da terra de Canaã.”
Eles vêm dependendo de Deus de maneira sobrenatural, mas agora eles têm que se esforçar para ter comida.
Eles provaram as delícias de Canaã.
O crescer vem de Deus, no início da caminhada nós experimentamos o maná.
1) DEUS NOS SUSTENTA DE FORMA SOBRENATURAL
É a fase que você tem altas visitações espirituais, tem cada revelação com a leitura da Palavra, tudo fala contigo, é amostra grátis.
Depois de um tempo, parece que a fonte seca, a leitura fica enfadonha, agora você lê os mesmos textos, as mesmas promessas, mas nada produz mais o mesmo efeito.
Quando isto acontece ficamos críticos, enjoados, o coração endurece, parece até o relacionamento do ímpio com Deus, você fica morno até esfriar.
Mas se você permite o crescimento, você começa a bater as asas e começa a se alimentar sozinho.
É a hora que você terá de buscar a Deus de verdade, vai ter que realmente estudar a Palavra.
2) DURANTE O DESERTO ELES RECEBIAM UM CUIDADO SOBRENATURAL
As vestes e as sandálias não se gastaram por 40 anos.
Deuteronômio 29:5
“Quarenta anos vos conduzi pelo deserto; não envelheceram sobre vós as vossas vestes, nem se gastou no vosso pé a sandália.”
A moda não mudou em 40 anos.
Só quando eles saíram do deserto surgiram os primeiros estilistas, foi quando eles começaram a fabricar suas próprias roupas e sapatos.
3) ORIENTAÇÃO SOBRENATURAL
Êxodo 13:21-22
“O Senhor ia adiante deles, durante o dia, numa coluna de nuvem, para os guiar pelo caminho; durante a noite, numa coluna de fogo, para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite. Nunca se apartou do povo a coluna de nuvem durante o dia, nem a coluna de fogo durante a noite.”
No deserto eles eram orientados diariamente e continuamente, mas ao chegarem a Canaã tudo mudou.
Josué 3:2-4
“Sucedeu, ao fim de três dias, que os oficiais passaram pelo meio do arraial e ordenaram ao povo, dizendo: Quando virdes a arca da Aliança do Senhor, vosso Deus, e que os levitas sacerdotes a levam, partireis vós também do vosso lugar e a seguireis. Contudo, haja a distância de cerca de dois mil côvados entre vós e ela. Não vos chegueis a ela, para que conheçais o caminho pelo qual haveis de ir, visto que, por tal caminho, nunca passastes antes.”
No início é tudo espetacular, parece que os profetas estão sempre atrás de você, mas o tempo vai passando e raramente você passa a ver isso, e nem é tão sobrenatural assim.
Você tem que aprender a buscar sozinho a direção profética para a sua vida.
Você precisa crescer para aprender a escutar a voz de Deus.
Sai do ninho irmão, começa a bater asa, cresce, começa a falar com Deus, Ele vai falar contigo.
4) ENQUANTO ISSO, NO NINHO, A ÁGUIA EXPERIMENTA A PAZ, ISTO É, A AUSÊNCIA DE GUERRA.
Se o povo continuasse reto no caminho, eles iriam encontrar com os filisteus e encontrariam guerra, e eles ainda não estavam preparados para enfrentar uma guerra.
Se você achou que na tua caminhada com Jesus não houve guerra, pode esperar.
Vai batendo as asas, e as coisas vão melhorando, e vai chegar uma hora que sua asa vai ser do tamanho daquela águia com mais de dois metros.
Há um sentimento que precisa ser vencido para que você aprenda a voar, e esse é o sentimento de rejeição, a rejeição é uma ferramenta que Deus usa para te aperfeiçoar.
Tem gente que não consegue entender assim.
Mas foi assim com Moisés que foi rejeitado pela própria família que o adotou, pelo próprio povo.
José do Egito foi rejeitado pelos irmãos.
Nem mesmo os irmãos de Jesus criam na chamada dele, Pedro o negou e Judas o traiu.
João 7:5
“Pois nem mesmo os seus irmãos criam nele.”
João 1:11
“Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.”
Marcos 6:1-6
“Tendo Jesus partido dali, foi para a sua terra, e os seus discípulos o acompanharam. Chegando o sábado, passou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se maravilhavam, dizendo: Donde vêm a este estas coisas? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos? Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? E não vivem aqui entre nós suas irmãs? E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, senão na sua terra, entre os seus parentes e na sua casa. Não pôde fazer ali nenhum milagre, senão curar uns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos. Admirou-se da incredulidade deles. Contudo, percorria as aldeias circunvizinhas, a ensinar.”
Jesus suportou tudo, e só começou a gritar quando começou a sentir-se rejeitado por Deus.
Por que até Jesus teve que passar por isso?
Hebreus 5:7-9
“Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade, embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem.”
Ele cresceu, ganhou autoridade.
Você nunca vai receber autoridade de algo que você não tenha vencido.
Deus os abençoe,
Ap. Rina
sexta-feira, 23 de julho de 2010
A Igreja Perseguida na Arábia Saudita
3ª posição na Classificação de países por perseguição
Circundada pelo Mar Vermelho e pelo Golfo Pérsico, a Arábia Saudita está localizada no coração do Oriente Médio e possui fronteiras com sete países. Grande parte de seu território é desértico, com a presença de alguns poucos oásis.
A maioria dos sauditas vive em grandes cidades, tais como Riad (sede do reinado), Jidá (onde se localiza o mais importante porto do país), Meca (o coração do islã, para onde todos os muçulmanos do mundo devem peregrinar pelo menos uma vez na vida), Medina (cidade sagrada e centro cultural) e Ad Damman (produtora de petróleo).
História:
Acredita-se que a Arábia Saudita era o lar original de alguns povos bíblicos, como os cananeus e os amorreus. Muitos impérios antigos dominaram o território saudita nos períodos anteriores ao nascimento de Cristo. Alexandre, o Grande, tinha planos de conquistar a região, mas morreu antes de realizá-los. O primeiro grande acontecimento que marcou a Arábia Saudita foi o nascimento de Maomé, em 570. Por seu intermédio, o islã foi fundado no século VII e, desde então, as batalhas políticas e históricas ocorridas no país ficaram restritas às várias vertentes islâmicas lutando pelo poder.
Treze séculos mais tarde, em 1938, a cultura e a economia do país não eram muito diferentes dos tempos de Maomé. O povo seguia o islamismo, enquanto camelos e tendas ocupavam os desertos. No entanto, naquele ano, o primeiro reservatório de petróleo foi descoberto e o país iniciou um amplo programa de modernização.
Desde então, o reino da Arábia Saudita tem procurado caminhar sobre uma frágil linha entre o relacionamento com o mundo exterior e o isolamento para preservar a pureza da fé islâmica. Atualmente, o país continua sendo governado por uma monarquia baseada na sharia, a lei islâmica. Em março de 1992, uma série de decretos reais criou o primeiro código de direitos do país. Não há poder legislativo e as leis são estabelecidas pelo rei e por seus ministros.
População:
Há aproximadamente 7 milhões de estrangeiros trabalhando no país: 1,4 milhão de indianos, um milhão de bengaleses, 900 mil paquistaneses, 800 mil filipinos, 750 mil egípcios, 250 mil palestinos, 150 mil libaneses, 130 mil cingaleses, 40 mil eritreus e 25 mil norte-americanos.
Imigrantes do Sul e Sudeste Asiático são, em particular, sujeitados a condições de trabalho que constituem servidão. São submetidos a abusos físicos e sexuais, e não recebem seus salários. Os empregadores geralmente se apossam do passaporte desses imigrantes, restringindo-lhes a mobilidade e a capacidade de deixarem o país. Os empregados domésticos são mais vulneráveis, pois ficam confinados nas casas em que trabalham, impossibilitados de procurar ajuda.
Religião:
Entre os estrangeiros há muçulmanos, cristãos, hindus e budistas. Cerca de 90% da comunidade filipina é cristã.
O islamismo é praticado por 100% da população saudita. Embora haja minorias de outras vertentes, a grande maioria segue a tradição sunita. O sistema legal do país é baseado em uma interpretação própria da sharia. O islamismo é a religião oficial, e a lei requer que todos os cidadãos sejam muçulmanos.
A Arábia Saudita é o coração do islã e abriga as mais sagradas localidades islâmicas. Quase um milhão de peregrinos acorre ao país todos os anos. As sedes de algumas das mais importantes organizações internacionais islâmicas encontram-se no país, com destaque para a Liga Islâmica Mundial, responsável pela divulgação e expansão do islã pelo mundo por meio de missões, apoio financeiro e radiodifusão.
Governo:
O rei Abdullah bin Abdel Aziz al-Saud anunciou amplas reformas na estrutura administrativa e judicial do reino.1 Uma delas foi a nomeação inédita de uma mulher para ocupar um ministério, em 2009. Noura bint Mohammed bin Musaid al-Fayez assumiu o cargo de vice-ministro da Educação Feminina.
O rei também destitui de cargos de confianças pessoas notórias por sua visão conservadora.
Na Arábia Saudita, os jornais são criados por decreto real. Jornais árabes estrangeiros são submetidos à censura e então circulam. Eles têm de seguir o exemplo da agência de notícias estatal no que diz respeito à publicação de histórias ou assuntos delicados.
Estações de rádio e TV particulares não podem operar dentro do território saudita. Mesmo assim, a nação representa uma audiência importante para estações árabes transmitidas via satélite.
O governo tem investido muito em sistemas de segurança para bloquear o acesso de usuários a sites da internet considerados ofensivos.
Economia:
A Arábia Saudita detém mais de 25% das reservas de petróleo do mundo.
Os últimos cinco anos de alta no preço do petróleo criaram amplas reservas financeiras neste país. Entretanto, com a crise econômica global e a queda do preço do petróleo, acredita-se que o crescimento da Arábia Saudita em 2009 será menor.
A Igreja:
De acordo com a tradição, o apóstolo Barnabé foi o primeiro a levar o evangelho à Arábia Saudita. Quando o islamismo chegou à região, já havia uma grande população de cristãos que auxiliou Maomé durante o seu exílio. Quando o islamismo assumiu o controle, no século VII, todos os cristãos foram expulsos. Desde então, nenhuma missão foi autorizada a entrar no país.
Atualmente, a maioria dos cristãos no território saudita é constituída de estrangeiros que vivem e trabalham nas bases militares ou para as companhias de petróleo. Há um pequeno grupo de cristãos sauditas não declarados, vivendo sob constante temor de serem descobertos, presos e executados. Eles encaram os novos convertidos não com júbilo, mas com medo e suspeita. Essa atitude impede o crescimento da Igreja.
Há convertidos sauditas, mas é extremamente difícil se chegar a um número exato, pois não estão organizados em igrejas, nem em grupos domésticos.
A perseguição:
O governo não reconhece legalmente a liberdade religiosa e nem lhe dá proteção. A prática pública de religiões não-muçulmanas é proibida. No que diz respeito à política pública, o governo afirma garantir e proteger os direitos de cultos privados para todos, incluindo não-muçulmanos que se reúnem em casas; no entanto, esse direito não é sempre respeitado na prática e não está definido na lei.
A Arábia Saudita é uma monarquia islâmica sem proteção legal à liberdade de religião. O islamismo é a religião oficial e a lei exige que todos os cidadãos sejam muçulmanos. De acordo com a sharia, a apostasia (abandono do islamismo) é considerada um crime punível com a morte se o acusado não se retratar.
O governo proíbe a prática pública de religiões não-muçulmanas. O governo reconhece o direito de cristãos estrangeiros cultuarem em particular. Entretanto, na prática ele nem sempre respeita este direito. As pessoas detidas pela prática do culto não-muçulmano quase sempre são deportadas pelas autoridades, algumas vezes, depois de longos períodos de detenção. Em alguns casos, são também sentenciadas a açoites antes da deportação.
Os cristãos que exercem sua fé de modo particular e discreto quase nunca são incomodados. Entretanto, há problemas quando cidadãos se queixam dos cultos realizados pelos vizinhos. Alguns alegam que informantes pagos pelas autoridades se infiltram em seus grupos cristãos particulares.
Os não-muçulmanos são rigorosamente proibidos de entrar na cidade sagrada de Meca; os que ultrapassam os limites podem ser mortos. Além disso, os cristãos da Arábia Saudita vivem sob constante risco, isso devido à atuação de radicais islâmicos que podem tentar assassinar os líderes das comunidades cristãs ou infiltrar informantes entre os membros das igrejas. O governo oferece uma recompensa equivalente a um ano de salário - um prêmio tentador para muitos - a qualquer pessoa que denunciar uma reunião cristã.
O governo não permite que clérigos não-muçulmanos entrem no país com o propósito de dirigir cultos, apesar de alguns o fazerem em segredo. Tais restrições tornam muito difícil para a maioria dos cristãos manter contato com clérigos e frequentar cultos.
O Comitê para Promoção da Virtude e Prevenção do Vício (comumente chamado de "polícia religiosa" ou mutawwa) é uma entidade governamental e seu presidente tem condição ministerial. A mutawwa tem autoridade para deter pessoas, não mais que 24 horas, por violação dos estritos padrões de vestuário e comportamento. Entretanto, às vezes ultrapassam esse limite antes de liberarem os detidos para a polícia.
O proselitismo e a distribuição de materiais não-muçulmanos, como Bíblias, são ilegais. As autoridades alfandegárias costumam abrir correspondências e carregamentos à procura de contrabando, incluindo materiais cristãos, como Bíblias e fitas de vídeo. Tais materiais estão sujeitos ao confisco, apesar das normas parecerem aplicar-se arbitrariamente.
O governo restringe a liberdade de expressão e de associação, e a imprensa exerce a autocensura com relação a assuntos delicados, como a liberdade de religião. Não há organizações não governamentais independentes que monitorem a liberdade religiosa. A linguagem ofensiva e discriminatória sobre cristãos é vista nos livros-texto das escolas públicas, nos sermões das mesquitas e nos artigos e comentários na imprensa.
Em agosto de 2008, Fátima al-Mutairi, a filha de 26 anos de um clérigo muçulmano, foi assassinada por seu irmão em Buraydah, Arábia Saudita, depois que contou à família sobre sua conversão.
O contato de Fátima com outros cristãos era limitado a fóruns na internet e conversas telefônicas.
Motivos de oração:
1. A Igreja sofre em função das relações pouco amistosas com o islamismo. Ore pelo retorno das boas relações entre os líderes islâmicos e os cristãos, o que permitiria a entrada de mais trabalhadores cristãos no país.
2. Os trabalhadores estrangeiros não podem realizar cultos. No entanto, realizam-se muitas reuniões secretas e clandestinas que o governo finge ignorar. Ore para que as reuniões realizadas por esses pequenos grupos continuem a ser toleradas e sejam uma fonte eficaz de testemunho e comunhão.
3. Os muçulmanos convertidos ao cristianismo são vítimas das piores punições. Um saudita convertido ao cristianismo é considerado um apóstata e pode ser punido com a pena de morte. O rei mantém uma polícia religiosa secreta extremamente comprometida com a manutenção da tradição islâmica. Os muçulmanos que se interessam pelo cristianismo enfrentam severas consequências, entre as quais a mais branda é o completo isolamento de familiares, amigos, colegas de trabalho e da própria sociedade. Ore e peça que Deus dê coragem aos novos convertidos, capacitando-os a enfrentar a perseguição pelo amor ao evangelho.
4. A Igreja não pode evangelizar. A literatura cristã é terminantemente proibida e visitantes não-muçulmanos não podem adentrar os limites da cidade sagrada de Meca sob pena de condenação à morte.
5. Asiáticos cristãos sofrem duras consequências por suas atividades. Cristãos filipinos, em particular, têm sido bem sucedidos em seus testemunhos. Eles chegam ao país para trabalhar em empregos humildes, como cozinheiros e empregados domésticos, e têm conseguido evangelizar seus empregadores com êxito. Ore pela segurança destes trabalhadores asiáticos e pelo sucesso de suas tentativas evangelísticas.
Fontes:
- 2008 Report on International Religious Freedom
- Países@
- Portas Abertas Internacional
- The World Factbook
1 http://www.economist.com/displayStory.cfm?story_id=13134598
Circundada pelo Mar Vermelho e pelo Golfo Pérsico, a Arábia Saudita está localizada no coração do Oriente Médio e possui fronteiras com sete países. Grande parte de seu território é desértico, com a presença de alguns poucos oásis.
A maioria dos sauditas vive em grandes cidades, tais como Riad (sede do reinado), Jidá (onde se localiza o mais importante porto do país), Meca (o coração do islã, para onde todos os muçulmanos do mundo devem peregrinar pelo menos uma vez na vida), Medina (cidade sagrada e centro cultural) e Ad Damman (produtora de petróleo).
História:
Acredita-se que a Arábia Saudita era o lar original de alguns povos bíblicos, como os cananeus e os amorreus. Muitos impérios antigos dominaram o território saudita nos períodos anteriores ao nascimento de Cristo. Alexandre, o Grande, tinha planos de conquistar a região, mas morreu antes de realizá-los. O primeiro grande acontecimento que marcou a Arábia Saudita foi o nascimento de Maomé, em 570. Por seu intermédio, o islã foi fundado no século VII e, desde então, as batalhas políticas e históricas ocorridas no país ficaram restritas às várias vertentes islâmicas lutando pelo poder.
Treze séculos mais tarde, em 1938, a cultura e a economia do país não eram muito diferentes dos tempos de Maomé. O povo seguia o islamismo, enquanto camelos e tendas ocupavam os desertos. No entanto, naquele ano, o primeiro reservatório de petróleo foi descoberto e o país iniciou um amplo programa de modernização.
Desde então, o reino da Arábia Saudita tem procurado caminhar sobre uma frágil linha entre o relacionamento com o mundo exterior e o isolamento para preservar a pureza da fé islâmica. Atualmente, o país continua sendo governado por uma monarquia baseada na sharia, a lei islâmica. Em março de 1992, uma série de decretos reais criou o primeiro código de direitos do país. Não há poder legislativo e as leis são estabelecidas pelo rei e por seus ministros.
População:
Há aproximadamente 7 milhões de estrangeiros trabalhando no país: 1,4 milhão de indianos, um milhão de bengaleses, 900 mil paquistaneses, 800 mil filipinos, 750 mil egípcios, 250 mil palestinos, 150 mil libaneses, 130 mil cingaleses, 40 mil eritreus e 25 mil norte-americanos.
Imigrantes do Sul e Sudeste Asiático são, em particular, sujeitados a condições de trabalho que constituem servidão. São submetidos a abusos físicos e sexuais, e não recebem seus salários. Os empregadores geralmente se apossam do passaporte desses imigrantes, restringindo-lhes a mobilidade e a capacidade de deixarem o país. Os empregados domésticos são mais vulneráveis, pois ficam confinados nas casas em que trabalham, impossibilitados de procurar ajuda.
Religião:
Entre os estrangeiros há muçulmanos, cristãos, hindus e budistas. Cerca de 90% da comunidade filipina é cristã.
O islamismo é praticado por 100% da população saudita. Embora haja minorias de outras vertentes, a grande maioria segue a tradição sunita. O sistema legal do país é baseado em uma interpretação própria da sharia. O islamismo é a religião oficial, e a lei requer que todos os cidadãos sejam muçulmanos.
A Arábia Saudita é o coração do islã e abriga as mais sagradas localidades islâmicas. Quase um milhão de peregrinos acorre ao país todos os anos. As sedes de algumas das mais importantes organizações internacionais islâmicas encontram-se no país, com destaque para a Liga Islâmica Mundial, responsável pela divulgação e expansão do islã pelo mundo por meio de missões, apoio financeiro e radiodifusão.
Governo:
O rei Abdullah bin Abdel Aziz al-Saud anunciou amplas reformas na estrutura administrativa e judicial do reino.1 Uma delas foi a nomeação inédita de uma mulher para ocupar um ministério, em 2009. Noura bint Mohammed bin Musaid al-Fayez assumiu o cargo de vice-ministro da Educação Feminina.
O rei também destitui de cargos de confianças pessoas notórias por sua visão conservadora.
Na Arábia Saudita, os jornais são criados por decreto real. Jornais árabes estrangeiros são submetidos à censura e então circulam. Eles têm de seguir o exemplo da agência de notícias estatal no que diz respeito à publicação de histórias ou assuntos delicados.
Estações de rádio e TV particulares não podem operar dentro do território saudita. Mesmo assim, a nação representa uma audiência importante para estações árabes transmitidas via satélite.
O governo tem investido muito em sistemas de segurança para bloquear o acesso de usuários a sites da internet considerados ofensivos.
Economia:
A Arábia Saudita detém mais de 25% das reservas de petróleo do mundo.
Os últimos cinco anos de alta no preço do petróleo criaram amplas reservas financeiras neste país. Entretanto, com a crise econômica global e a queda do preço do petróleo, acredita-se que o crescimento da Arábia Saudita em 2009 será menor.
A Igreja:
De acordo com a tradição, o apóstolo Barnabé foi o primeiro a levar o evangelho à Arábia Saudita. Quando o islamismo chegou à região, já havia uma grande população de cristãos que auxiliou Maomé durante o seu exílio. Quando o islamismo assumiu o controle, no século VII, todos os cristãos foram expulsos. Desde então, nenhuma missão foi autorizada a entrar no país.
Atualmente, a maioria dos cristãos no território saudita é constituída de estrangeiros que vivem e trabalham nas bases militares ou para as companhias de petróleo. Há um pequeno grupo de cristãos sauditas não declarados, vivendo sob constante temor de serem descobertos, presos e executados. Eles encaram os novos convertidos não com júbilo, mas com medo e suspeita. Essa atitude impede o crescimento da Igreja.
Há convertidos sauditas, mas é extremamente difícil se chegar a um número exato, pois não estão organizados em igrejas, nem em grupos domésticos.
A perseguição:
O governo não reconhece legalmente a liberdade religiosa e nem lhe dá proteção. A prática pública de religiões não-muçulmanas é proibida. No que diz respeito à política pública, o governo afirma garantir e proteger os direitos de cultos privados para todos, incluindo não-muçulmanos que se reúnem em casas; no entanto, esse direito não é sempre respeitado na prática e não está definido na lei.
A Arábia Saudita é uma monarquia islâmica sem proteção legal à liberdade de religião. O islamismo é a religião oficial e a lei exige que todos os cidadãos sejam muçulmanos. De acordo com a sharia, a apostasia (abandono do islamismo) é considerada um crime punível com a morte se o acusado não se retratar.
O governo proíbe a prática pública de religiões não-muçulmanas. O governo reconhece o direito de cristãos estrangeiros cultuarem em particular. Entretanto, na prática ele nem sempre respeita este direito. As pessoas detidas pela prática do culto não-muçulmano quase sempre são deportadas pelas autoridades, algumas vezes, depois de longos períodos de detenção. Em alguns casos, são também sentenciadas a açoites antes da deportação.
Os cristãos que exercem sua fé de modo particular e discreto quase nunca são incomodados. Entretanto, há problemas quando cidadãos se queixam dos cultos realizados pelos vizinhos. Alguns alegam que informantes pagos pelas autoridades se infiltram em seus grupos cristãos particulares.
Os não-muçulmanos são rigorosamente proibidos de entrar na cidade sagrada de Meca; os que ultrapassam os limites podem ser mortos. Além disso, os cristãos da Arábia Saudita vivem sob constante risco, isso devido à atuação de radicais islâmicos que podem tentar assassinar os líderes das comunidades cristãs ou infiltrar informantes entre os membros das igrejas. O governo oferece uma recompensa equivalente a um ano de salário - um prêmio tentador para muitos - a qualquer pessoa que denunciar uma reunião cristã.
O governo não permite que clérigos não-muçulmanos entrem no país com o propósito de dirigir cultos, apesar de alguns o fazerem em segredo. Tais restrições tornam muito difícil para a maioria dos cristãos manter contato com clérigos e frequentar cultos.
O Comitê para Promoção da Virtude e Prevenção do Vício (comumente chamado de "polícia religiosa" ou mutawwa) é uma entidade governamental e seu presidente tem condição ministerial. A mutawwa tem autoridade para deter pessoas, não mais que 24 horas, por violação dos estritos padrões de vestuário e comportamento. Entretanto, às vezes ultrapassam esse limite antes de liberarem os detidos para a polícia.
O proselitismo e a distribuição de materiais não-muçulmanos, como Bíblias, são ilegais. As autoridades alfandegárias costumam abrir correspondências e carregamentos à procura de contrabando, incluindo materiais cristãos, como Bíblias e fitas de vídeo. Tais materiais estão sujeitos ao confisco, apesar das normas parecerem aplicar-se arbitrariamente.
O governo restringe a liberdade de expressão e de associação, e a imprensa exerce a autocensura com relação a assuntos delicados, como a liberdade de religião. Não há organizações não governamentais independentes que monitorem a liberdade religiosa. A linguagem ofensiva e discriminatória sobre cristãos é vista nos livros-texto das escolas públicas, nos sermões das mesquitas e nos artigos e comentários na imprensa.
Em agosto de 2008, Fátima al-Mutairi, a filha de 26 anos de um clérigo muçulmano, foi assassinada por seu irmão em Buraydah, Arábia Saudita, depois que contou à família sobre sua conversão.
O contato de Fátima com outros cristãos era limitado a fóruns na internet e conversas telefônicas.
Motivos de oração:
1. A Igreja sofre em função das relações pouco amistosas com o islamismo. Ore pelo retorno das boas relações entre os líderes islâmicos e os cristãos, o que permitiria a entrada de mais trabalhadores cristãos no país.
2. Os trabalhadores estrangeiros não podem realizar cultos. No entanto, realizam-se muitas reuniões secretas e clandestinas que o governo finge ignorar. Ore para que as reuniões realizadas por esses pequenos grupos continuem a ser toleradas e sejam uma fonte eficaz de testemunho e comunhão.
3. Os muçulmanos convertidos ao cristianismo são vítimas das piores punições. Um saudita convertido ao cristianismo é considerado um apóstata e pode ser punido com a pena de morte. O rei mantém uma polícia religiosa secreta extremamente comprometida com a manutenção da tradição islâmica. Os muçulmanos que se interessam pelo cristianismo enfrentam severas consequências, entre as quais a mais branda é o completo isolamento de familiares, amigos, colegas de trabalho e da própria sociedade. Ore e peça que Deus dê coragem aos novos convertidos, capacitando-os a enfrentar a perseguição pelo amor ao evangelho.
4. A Igreja não pode evangelizar. A literatura cristã é terminantemente proibida e visitantes não-muçulmanos não podem adentrar os limites da cidade sagrada de Meca sob pena de condenação à morte.
5. Asiáticos cristãos sofrem duras consequências por suas atividades. Cristãos filipinos, em particular, têm sido bem sucedidos em seus testemunhos. Eles chegam ao país para trabalhar em empregos humildes, como cozinheiros e empregados domésticos, e têm conseguido evangelizar seus empregadores com êxito. Ore pela segurança destes trabalhadores asiáticos e pelo sucesso de suas tentativas evangelísticas.
Fontes:
- 2008 Report on International Religious Freedom
- Países@
- Portas Abertas Internacional
- The World Factbook
1 http://www.economist.com/displayStory.cfm?story_id=13134598
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, Escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado; Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa. Hebreus 11:24-26
Deputados rejeitam plano de proibir a burca em espaços públicos
22/7/2010 - 11h53
ESPANHA (*) - A Câmara dos Deputados da Espanha rejeitou nesta terça-feira, por 183 votos a 162, uma moção da oposição conservadora que pede ao governo a proibição nos espaços públicos do uso do véu integral islâmico. A decisão acontece semanas após parlamentares na França e na Bélgica terem votado a favor da proibição da vestimenta.
É a primeira votação do tema na câmara baixa do Parlamento espanhol, depois que a proposta foi aprovada pelo Senado em 23 de junho.
Apresentada pelo opositor Partido Popular (PP) e apoiada pelos nacionalistas catalães, a iniciativa defende a realização "das reformas legais e regulamentares necessárias" para proibir "o uso dos véus integrais, assim como quaisquer outros adereços que ocultem o rosto e dificultem a identificação da pessoa e a comunicação visual" em espaços públicos que não tenham finalidade estritamente religiosa.
"É muito difícil entender que seu partido defenda que é livre quem renuncia a sua liberdade e a sua identidade e muito difícil de entender que, enquanto nossas tropas lutam pelas liberdades no Afeganistão, o governo não tenha a coragem de defendê-las aqui, na Espanha", defendeu a porta-voz do Grupo Popular, Soraya Sáenz de Santamaría.
Opositores da proibição alegam que ela vai ferir a democracia e violar os direitos religiosos, enquanto defensores dizem que é uma questão de segurança nacional e de adaptação aos costumes locais.
Calcula-se que na Espanha residem mais de um milhão de muçulmanos, que representam cerca de 2,3% da população. Segundo fontes oficiais, 775 mil marroquinos residem legalmente na Espanha, o que a transforma na comunidade estrangeira mais numerosa do país.
No mês passado, Barcelona tornou-se a primeira grande cidade na Espanha, país de maioria católica, a proibir o véu integral em prédios públicos, como supermercados e bibliotecas, juntando-se às pequenas cidades de Lerida e El Vendrell, também na Catalunha, no nordeste espanhol.
* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.
Fonte: UOL
ESPANHA (*) - A Câmara dos Deputados da Espanha rejeitou nesta terça-feira, por 183 votos a 162, uma moção da oposição conservadora que pede ao governo a proibição nos espaços públicos do uso do véu integral islâmico. A decisão acontece semanas após parlamentares na França e na Bélgica terem votado a favor da proibição da vestimenta.
É a primeira votação do tema na câmara baixa do Parlamento espanhol, depois que a proposta foi aprovada pelo Senado em 23 de junho.
Apresentada pelo opositor Partido Popular (PP) e apoiada pelos nacionalistas catalães, a iniciativa defende a realização "das reformas legais e regulamentares necessárias" para proibir "o uso dos véus integrais, assim como quaisquer outros adereços que ocultem o rosto e dificultem a identificação da pessoa e a comunicação visual" em espaços públicos que não tenham finalidade estritamente religiosa.
"É muito difícil entender que seu partido defenda que é livre quem renuncia a sua liberdade e a sua identidade e muito difícil de entender que, enquanto nossas tropas lutam pelas liberdades no Afeganistão, o governo não tenha a coragem de defendê-las aqui, na Espanha", defendeu a porta-voz do Grupo Popular, Soraya Sáenz de Santamaría.
Opositores da proibição alegam que ela vai ferir a democracia e violar os direitos religiosos, enquanto defensores dizem que é uma questão de segurança nacional e de adaptação aos costumes locais.
Calcula-se que na Espanha residem mais de um milhão de muçulmanos, que representam cerca de 2,3% da população. Segundo fontes oficiais, 775 mil marroquinos residem legalmente na Espanha, o que a transforma na comunidade estrangeira mais numerosa do país.
No mês passado, Barcelona tornou-se a primeira grande cidade na Espanha, país de maioria católica, a proibir o véu integral em prédios públicos, como supermercados e bibliotecas, juntando-se às pequenas cidades de Lerida e El Vendrell, também na Catalunha, no nordeste espanhol.
* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.
Fonte: UOL
Coragem Para Recomeçar Após Uma Queda
"Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o SENHOR teu Deus é contigo, por onde quer que andares" (Josué 1:9).
Quando Jim Burke se tornou chefe de uma nova seção de produtos da Johnson & Johnson, um de seus primeiros projetos foi o desenvolvimento de uma pomada para o peito de crianças. O produto foi um grande fracasso e Burke esperava ser demitido. Quando ele foi chamado para ir à sala do Presidente da Companhia, em vez de repreensão e demissão, encontrou uma recepção surpreendente. "Foi você a pessoa que nos custou todo aquele dinheiro?" perguntou Robert Wood Johnson. "Bem, eu quero parabenizá-lo. Se você está cometendo erros, isso significa que você está arriscando. Nós não cresceremos a menos que você tente acertar". Alguns anos mais tarde, quando Burke se tornou presidente da J&J, ele continuou a usar aquele mesmo slogan. (Sumário do leitor, outubro/1991, pág. 62 - Readers Digest)
Burke, o homem de nossa ilustração, foi um vitorioso porque usou de toda a sua coragem e ousadia na busca de seus propósitos. Sua determinação lhe concedeu uma grande vitória, levando-o ao posto máximo da empresa onde trabalhava. Ele tentou acertar e não desanimou diante do primeiro fracasso. Ele possuía um sonho e perseverou até alcançá-lo. Ele olhou para o alvo e seguiu em frente, até chegar lá.
Muitas vezes nos sentimos fracos, insignificantes, sem forças e sem vida simplesmente porque não temos a coragem e a ousadia de lutar por nossos sonhos. Vemos dificuldades em tudo e levamos em nossas mãos um embrulho de pessimismo, para ser usado como justificativa no primeiro obstáculo encontrado no caminho.
E por que agimos assim? Por que desanimamos com facilidade? Por que fixamos nossos olhos na tempestade se ela logo passará, dando lugar a mais um dia ensolarado?
Burke errou e caiu... talvez tenha caído outras vezes, mas, sempre se levantou e continuou sua caminhada. E nós, que temos a companhia do Senhor, devemos desistir? Claro que não. Somos mais do que vencedores... com Cristo, nós sempre venceremos.
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